-A +A

Blog do IHD

Inscreva-se

Prometemos não utilizar suas informações de contato para enviar qualquer tipo de SPAM.

Construção de Carreira

Construção de Carreira

Em nosso último Post levantamos a questão de como pavimentar o futuro de nossa vida profissional em um horizonte de cinco a dez anos?

Apontamos a necessidade de olhar a carreira e a si mesmo como uma Unidade de Negócio. Ter clara a missão que se propõem  na sociedade e levar em consideração aspectos como: Prazer e motivação; habilidade e formação; reconhecimento de valor pela sociedade.

A expectativa de vida média do brasileiro, de acordo como o IBGE, encontra-se em 72,7 anos. Considerando que é uma média e escrevemos para as classes mais afortunadas, com boa alimentação, acesso a médicos, educação, cultura e outros itens que definem uma boa qualidade de vida, este valor de ser estimado para mais.

Inerente ao avanço na expectativa de vida, o avanço na qualidade de vida na terceira idade teve uma importante alteração nas necessidades e expectativas desta faixa etária. As pessoas, normalmente são produtivas com facilidade até os 70 anos, lembrando que 65 anos é a idade “produtiva” considerada pelo INSS.

Com base nestes números é que devemos planejar e pensar em nossa carreira. Para quem está saindo da Faculdade com seus 20 anos, o planejamento é para 50 anos, para quem já está na meia idade com seu 40 anos, deve saber que ainda tem aproximadamente 30 anos pela frente de forma produtiva e mesmo aqueles com seus 50 anos ainda possuem 20 anos produtivos.
Observamos um comportamento e cultura em nosso país, em primeiro lugar do emprego público pela segurança da estabilidade do emprego e muitas vezes pelo valor salarial inicial e em outras situações pela aposentadoria privilegiada. Não é pouco, mas não leva em consideração o prazer de fazer algo que será feito durante meio século de nossa vida. Mesmo quando falamos da escolha da carreira, que não seja pública, a visão imediatista de olhar oportunidades locais ou globais de carreiras que estejam em expansão ou com melhores remunerações, também nestes casos, o prazer e motivação são ignorados em função da segurança. Nada que não seja justo pela segurança e futuro de cada família.

O fato é que esta situação gera uma pressa e desejo de aposentadoria, uma vontade de parar de fazer o que não se gosta o mais rápido possível com a visão que não fazer nada é melhor do que fazer algo desagradável. Como na maior parte das vezes, a aposentadoria demora e mesmo quando chega, o valor recebido pela pensão não é suficiente para mantermos o mesmo padrão de vida que possuíamos antes da aposentadoria, a solução é continuar trabalhando por todos os anos possíveis, fazendo o que não se gosta e sendo infeliz, tendo uma carga pesada ao acordar todos e todos os dias para realizar seu trabalho.

Este fato é comum a todos os trabalhadores? Temos exemplos que não, pois todos que trabalham em algo que gostam, não tem pressa em se aposentar, ou veríamos atores, cantores e músicos novos buscando suas aposentadorias. Não vemos isto, pelo contrário, quem faz seu trabalho com prazer quer trabalhar até que suas forças permitam. O exemplo de Oscar Niemeyer que produziu até os 105 anos, interrompendo seu projetos apenas pela decisão divina de sua passagem para outro plano.

Para todos que estão inciando suas escolhas, ou para aqueles que escolheram e encontram-se em qualquer momento de suas vidas sem o prazer de realizar seu trabalho, a consideração do exposto neste post, é um recomendação do IHD. Na maior parte das situações existem tempo e meios para buscarmos nossos sonhos. Ao pensar em construir uma carreira, a reflexão de seu prazer deve ser considerado e normalmente alavanca, inclusive remunerações atraentes.

Habilidade e formação, bem como reconhecimento de valor pela sociedade são outros aspectos a serem considerados, mas estes são pontos para falarmos em um outro post.

Dúvidas ou sugestões? Deixe seu comentário abaixo!

Categoria: